Morro Agudo

Toda essa área, que hoje é o bairro Morro Agudo, fazia parte da fazendo Japeaçaba, que pertencia ao Conde de Iguaçu, contudo após sua morte a fazendo foi dividida e então a área passou a pertencer ao Comendador Francisco José Soares e ser chamada de fazenda Morro Agudo, que recebeu esse nome por causa de um morro pontiagudo localizado em seu território, que hoje fica localizado em um bairro conhecido como Cobrex.

Na fazenda produzia-se café, mas a produçao entrou em decadência no fim do século XIX devido a exaustão do solo, epidemias, proibição do tráfico negreiro e mais tarde o fim da escravidão.

A fazenda Morro Agudo foi doada, em 1916, pelo então neto do Comendador Soares, Francisco Luiz Soares de Souza Melo, para a Santa Casa de Misericórdia, porém permitindo o usufruto de seus parentes, que areendaram e/ou venderam ilegalmente partes da fazenda para o plantio de laranja, assim como a Santa Casa.

Mas com o advento da Segunda Guerra Mundial (1939 à 1945) a produção de laranja entrou em declínio, resultando no loteamento da fazenda Morro Agudo.

Foi através da citricultura que aconteceram as melhoria no bairro, como iluminação pública, abertura de ruas, construção e reconstrução de estradas.

Conforme Censo de 2010, Comendador Soares/Morro Agudo, tem hoje uma população de 28.167 habitantes, sendo considerado o maior bairro da cidade de Nova Iguaçu.

Símbolos de Morro Agudo